Não ando nada bem. Deve ser essa falta de amor, esse excesso de saudade. O aperto no peito da partida que nunca existiu, da chegada que nunca aconteceu.
Deve ser a insistência em ser poeta, em querer tudo intenso e tudo em verso e prosa.
Deve ser minha falta de jeito e minha falta de beleza.
Deve ser o encanto por coisas diferentes, pelo não comum. Essa tal paixão pela vida e essa busca idiota pela liberdade a dois.
Confesso que se existe esse amor, ele ainda não olhou pra mim.
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