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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Saia da minha Vida...


Pois eu tenho saída!
Pára de me perseguir, me dá um tempo pra poder colocar minhas idéias em ordem, pra encaixar os parafusos soltos e me conformar com os que já nem tenho mais. Incrível como minha coleção de idiotas é interminável e tão irritante!
Santinhos e sem graça, meninos e indecisos. Vão para o inferno! Aprender um pouco de malícia, aprender o que é ser homem, a ser firme e pegar aquilo que é seu.
Deixem minha alma descançar em paz, ela morreu junto ao amor que tinha.
Me esquece por hoje, e amanhã faça o mesmo. Não chore ao meus pés e não visualize em mim a grande chance da sua vida, eu só faço feliz a quem eu quero! Isso responde a sua pergunta?
Não é porque não estou amando ninguem no momento, que tenho a tarefa de te amar. Se ainda restasse tesão...
Não se assuste, essa sou eu! Em toda a minha intensidade que tanto te encanta.
Vamos deixar de ser politicamente corretos, deixar de vestir máscaras, isso está fora de moda!
Me entedia você me cobrar tanto amor, e não fazer nada de verdade pra conquistar isso. Se você quer tanto, me convença! Sou muito dificil de se convencer, mais sua tentativa e esforços podem agir mais rápidos do que essas lamúrias filhas da puta.
Agora percebi, e ri sozinha, quem ler tudo isso deve pensar que estou amargurada ou com ódio queimando em meus olhos, mais não estou. Estou tão calma e surpreendentemente feliz, só algumas tristezas que apareceram de ontem pra hoje, descontentamento, mais não é tão grande quanto parece. A questão é que todo artista tende a maximizar toda dor, dramatizar a vida e poetizar suas confusões. Eu amo fazer isso, mais não amo você!
Desculpa, mais é assim, teu afeto não me afetou e isso é fato!
A porcaria é que me viciei no outro...não se pode arrancar com tudo o viciado de seu vicio, é muito torturante. Tem que ser aos poucos, de leve, pra não causar traumas.
E aqui estou, uma viciada sem seu maior vício, com as mãos tremulas e sentindo calafrios. A garganta seca, a cabeça girando e o grito de pavor me sufocando.
E você ai, me fazendo cobranças, me pedindo respostas. Pare, antes que seja tarde demais, antes que eu te diga o que não posso, e ai seja o fim, pra sempre.

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